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Petrobras afirma que empresa que comprou unidade de exploração de xisto no Paraná não honr

Deputadas Ana Júlia (PT) e Gleisi Hoffmann (PT) pediram na Justiça Federal do Rio de Janeiro a reestatização da Six, que foi vendida em nove
Petrobras afirma que empresa que comprou unidade de exploração de xisto no Paraná não honr
Foto: Rogério Reis/Agência Petrobras

 Petrobras suspendeu o suporte transitório à Unidade de Industrialização do Xisto (Six), em São Mateus do Sul, nos Campos Gerais. A paralisação começou na segunda-feira (10) e não tem data para terminar.

O motivo da interrupção, conforme a Petrobras, é não o cumprimento de obrigações contratuais por parte da atual empresa que gerencia a Six. A estatal não detalhou esse descumprimento.

A Six está localizada sobre uma das maiores reservas mundiais de xisto, tipo de rocha utilizado na produção de combustíveis como o GLP. Cerca de 800 funcionário atuam no local.

A Petrobras auxilia nas atividades da Six, mantida pela Paraná Xisto, da holding Forbes Resources Brazil, desde novembro de 2022 quando a unidade foi vendida por US$ 41,6 milhões.

Esse suporte foi acordado durante a venda e pode durar até 15 meses para não causar interrupções operacionais na exploração das rochas.

 

Petrobras emite comunicado ao mercado

 

Na quinta-feira (13), em comunicado ao mercado, a Petrobras disse que a empresa compradora descumpriu obrigações contratuais, por isso, a estatal parou com as atividades administrativas e de apoio técnico à operação da industrialização de xisto.

 

"Em atendimento ao Ofício, a Companhia esclarece que não o cumprimento de obrigações contratuais por parte da Forbes Resources Brazil Holding S.A. (“Forbes”) (adquirente da Paraná Xisto), referentes aos serviços prestados no âmbito do Contrato de Suporte Temporário Administrativo e de Apoio Técnico à Operação da Refinaria (“TSA”), assinado em novembro de 2022, resultou no acionamento, pela Petrobras, da cláusula de interrupção dos serviços, prevista no TSA.

 

 

Sendo assim, os serviços de suporte transitório que a Petrobras presta à Paraná Xisto S.A. (ou PX Energy), de caráter administrativo e de apoio técnico à operação da industrialização de xisto, foram interrompidos, temporariamente, a partir do dia 10/07/2023; e seguirão interrompidos até que se chegue a uma solução, de comum acordo, com base nas tratativas que seguirão entre as partes, diz trecho do comunicado.

No esclarecimento ao mercado, a Petrobras não detalhou qual exatamente foi o descumprimento de contrato, mas citou que a Forbes deve à petroleira. A reportagem procura contato com a empresa.

De acordo com a estatal, os serviços continuarão interrompidos “até que se chegue a uma solução, de comum acordo, com base nas tratativas que seguirão entre as partes”.

g1 questionou a Petrobras sobre quantos funcionários são afetados pela paralisação, mas não teve resposta.

Fonte(s): https://g1.globo.com/pr/campos-gerais-sul/noticia/2023/07/14/petrobras-afirma-que-empresa-que-comprou-unidade-de-exploracao-de-xisto-no-parana-nao-honrou-contrato-e-suspende-suporte-de-exploracao-do-mineral.ghtml

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